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Informação Rotária 28/10 — Distintivo Rotário!
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Informação Rotária 28/10 — Distintivo Rotário!

Distintivo, botton, pin e Paul Harris: cada peça que a gente chama de "pin" tem um nome, uma origem e uma história.

Foi numa fila de posse. Uma companheira olhou para o peito do meu paletó e perguntou, com a curiosidade de quem vê algo bonito e não sabe nomear: “de onde vem esse distintivo aí?”.

Eu comecei a explicar e percebi que a resposta era mais longa do que eu imaginava. Porque a gente chama tudo de “pin” — mas cada peça ali tem um nome, uma origem e uma história diferente.

O que cabe num pequeno pedaço de metal

O distintivo é quem você é: o símbolo oficial do associado rotariano, o compromisso de pertencer.

O botton é a causa que você abraça no momento: o End Polio Now, o Outubro Rosa, o Novembro Azul.

O pin é o que você fez: o reconhecimento por contribuições, quase sempre ligado à Fundação Rotária.

A insígnia que nasceu de um pedido

Entre todos, o Paul Harris Fellow é o que mais emociona. Ele nasce de um gesto: cada US$ 1.000 doados à Fundação Rotária. Pode partir da própria pessoa ou do clube, em nome dela — e, na maioria das vezes, é o clube que homenageia alguém que serviu com dedicação.

O distintivo de doações múltiplas, criado em 1984, conta a caminhada em pedras: a partir da segunda doação vem uma safira azul, e assim até cinco. Depois delas, os rubis vermelhos, até três. Acima de US$ 10.000, o reconhecimento de Doador Extraordinário.

Há histórias lindas presas nessas pedras. Em 1978, Ida LeTulle Taylor recebeu o título quando seu marido fez uma doação em nome dela para celebrar 34 anos de casamento — ela foi a pessoa de número 25 mil a ser homenageada. E o próprio Paul Harris, ainda em vida, pediu que, em vez de flores em sua memória, mandassem doações à Fundação. Foi esse desejo que ajudou a consolidar tudo o que veio depois.

Como usar (e por que usar sempre)

Normalmente do lado esquerdo — camisa, blusa ou paletó. Podem ser usados juntos, e muitos preferem o Paul Harris acima e o distintivo abaixo. Não há regra rígida: cada um monta o seu peito à sua maneira.

O que não muda é isto: use no dia a dia, não só nas reuniões. Basta alguém reconhecer a roda rotária numa visita, numa negociação, numa sala de espera. “Ah, você é rotariano.” E a conversa já começa em outro lugar.

Um pedaço pequeno de metal, afinal, não pesa quase nada. Mas carrega a promessa mais simples que existe: estou aqui para servir.

Quer participar da próxima?

As ações do clube são abertas a voluntários e parceiros. Escreva para contato@rotaryiguacu.org.br ou fale com a gente pelo formulário.

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